quarta-feira, 24 de março de 2010
Missão de Paz
O Brasil era ainda percebido como nação uma não-militar participante do conflito. Os países centrais avizinhavam sua derrota próxima e, por nota de 14 de setembro, o Governo da Áustria-Hungria propôs ao representante brasileiro em Viena, Carlos Martins Pereira de Souza, que fosse escolhido um país neutro para que as nações beligerantes iniciassem “uma conversação de caráter confidencial e não-obrigatória sobre os princípios fundamentais de uma possível paz”. Após consulta ao Itamaraty, o diplomata brasileiro respondeu que não poderia considerar isoladamente a proposta por ser nação aliada, solidária com as demais. Nilo Peçanha enviou cópia da nota austro-hungara ao embaixador americano no Brasil, Edwin Morgan.
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